Sobre a Solidão

A solidão chega do nada,

Entra e toma meu peito;

Invade e abate a minh’alma,

Levando todo o sossego.

 

E a vida de repente fica pálida,

E a coragem eu logo perco;

Sem ânimo, minha boca cala,

E esperança eu já não vejo.

 

E o que antes era festejo,

Alegria ardente e muita farra,

Agora é apenas um forte receio;

 

A vida perdeu sua graça,

Morreu todo o meu desejo,

É assim que a solidão mata.

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